Política

Paranhos tem o DNA da nova política de transformação e se torna pedra no sapato de corruptos no Oeste do PR

Era só mais um Silva, natural de Paraíso do Norte, cidadezinha simpática, com pouco mais de 11 mil habitantes, que saiu de casa na tenra juventude com o sonho, desejo, inquietação de mudar de vida, mas não apenas a sua vida, mas também daqueles que estavam a sua volta. Naquele tempo, nem ele sabia, que corria em suas veias e estava na essência do seu DNA, a política necessária para mudar a história de um país neófito em democracia.

O menino, que deixou sua mãe, Dona preta, às lágrimas se tornou um dos deputados mais atuantes da história do Paraná e prefeito de Cascavel, encontrando seu propósito. O único pedido da mãe foi para que ele jamais usasse drogas. Leonaldo Paranhos da Silva, não apenas cumpriu a promessa como desenvolveu projetos de prevenção e combate a drogadição  que estendeu-se pelos 399 municípios do Paraná com o projeto Cartão Vermelho contra as Drogas.

Nessa caminhada, da casa da dona Preta até o terceiro andar do Paço, na capital do Oeste, Paranhos, sem dúvida representa uma ruptura com a velha política. A mesma que levou Jair Bolsonaro à presidência da República. Hoje, em Brasília, o jornalista que assina esta coluna consegue fazer um paralelo entre os dois chefes do poder executivo. Sem dúvida, os dois lutam  contra um sistema enraizado pela corrupção que se contrapõe ao interesse público. A este mecanismo e ao aparelho corrupto, que ainda está vigente no país, não interessa mandatários como Paranhos e Bolsonaro.  Hoje Paranhos, na região oeste, tornou-se uma pedra no sapato dos agentes da corrupção. Isso porque acabou a política do toma lá da cá, do jeitinho, da propina.

Por óbvio, esses remédios que ambos usaram no combate a corrupção causa efeitos colaterais, as vezes são pouco amargo, mas a médio e longo prazo tornam o corpo, a cidade, saudável. Outro ponto é o paralelo entre  o município e a federação. A mudança do país, passa pela municipalização. Um município forte, tornará o Brasil um país melhor.

Tenho visto algumas críticas exageradas contra a gestão Paranhos, em Cascavel. E isso aponta para uma questão óbvia, parte da imprensa, que fazia parte dos tentáculos deste mecanismo, recebeu a menor do que as polpudas verbas de gestões anteriores. E esta mesma imprensa, que era na verdade uma extensão deste aparelho, agoniza trazendo desinformação para a sociedade, mostrando um recorte tendencioso  e contraproducente para uma sociedade que precisa empreender, produzir e de um Estado menor, que interfira menos, que cobre menos impostos e que cumpra seus deveres públicos, sobretudo com os pouco favorecidos, principais usuários da saúde e educação pública.

Ao que parece, aos poderosos e aqueles que amam a corrupção nada interesse a reeleição deste Silva, Leonaldo Paranhos da Silva, pois o rompimento com o aparelho mudou o Status Quo, de um município que hoje oferece mais empregos e oportunidades. Uma cidade que cresce em logística e modernização de seu aeroporto. Uma cidade que é  praticamente um entreposto entre a produção rural e o Porto de Paranaguá e de lá para o mundo. Uma cidade que inspira.

O desenho da política de Cascavel, visto a luz de Brasília, mostra que todos aqueles que se lambuzaram com o poder e a corrupção querem se unir para enfrentar Paranhos na reeleição, mas não levam em conta que o povo já os rejeitou e jamais vão voltar roubar o tesouro da população. E os valentes e honestos, que poderiam oferecer uma opção também de renovação, são sufocados pelo próprio sistema. Neste contexto, a União daqueles que outrora corromperam, vão dar de mão beijada a reeleição de Paranhos.